Ordem ao Caos: o que é, por que importa e como garantir o seu
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Vamos direto ao ponto.
Ordem ao Caos é o maior projeto que a Solara já fez. A pré-venda está aberta e se você está lendo isso, ainda dá tempo de garantir o seu pelo preço de lançamento.
Agora que o essencial está dito, deixa a gente te contar o resto.
O que é o OAC
Cooperação estratégica para 2 a 5 jogadores. Sessões de 60 minutos. Temática chibi sci-fi com dois lados que precisam trabalhar juntos mesmo tendo visões opostas de mundo.
Na prática: você e seus aliados estão jogando no mesmo time, mas o time tem facções. Ordem quer estrutura. Caos quer adaptação. Os dois lados precisam um do outro pra sobreviver, mas os dois lados discordam sobre quase tudo.
Sim, é intencionalmente isso.
Mecânica simples de aprender, decisões que você vai revisitar na cabeça durante dias. Aquele tipo de jogo que a mesa pede de novo antes de todo mundo ter ido embora.
Dois jogos. Mesma caixa. (Quase.)
Essa foi a decisão mais arriscada que a gente tomou no OAC: duas versões de capa para o mesmo jogo.
Versão Dia — lado Ordem. Paleta de roxo e lavanda. Design geométrico. Pra quem chega na mesa com estratégia pronta.
Versão Noite — lado Caos. Paleta de âmbar e laranja. Design orgânico. Pra quem decide na hora e prospera no caos.
Mesma mecânica. Mesmos componentes. Mesmas regras. A diferença está em qual identidade você declara quando escolhe sua caixa.
Não é truque de marketing. É parte do jogo — começa antes de você abrir a caixa.
A história por trás do projeto
OAC nasceu de uma campanha no Catarse.
A Solara perguntou à comunidade se queria um jogo cooperativo no universo Solara. A resposta foi grande o suficiente pra a gente entender que precisava acontecer.
Os apoiadores originais da campanha ajudaram a moldar o jogo — o que virou mecânica, o que foi descartado, o que ficou estranho mas ficou porque era interessante. São pessoas com nome, com rosto, com opinião que importa.
E por isso a regra que a gente não abre mão: apoiadores recebem primeiro. Sempre.
Não tem exceção. Não tem VIP especial que fura a fila. Se você apoiou lá atrás, o seu jogo chega primeiro.
O cronograma real
Sem eufemismo, sem "em breve":
Agora → Pré-venda aberta pra qualquer pessoa
Antes do DOF → Entrega para apoiadores da campanha original
DOF 2026 → Lançamento oficial, disponibilidade presencial
Pós-DOF → Entrega das pré-vendas atuais
Se você garantiu agora, você está na fila. A fila tem tamanho definido. A primeira tiragem não vai ser reimprimida no dia seguinte se esgotar.
Por que pré-vender e não esperar
Preço. O valor da pré-venda é o menor que o OAC vai ter. Depois do lançamento, sobe. Simples.
Estoque. Primeira tiragem tem quantidade fechada. Se esgotar antes do DOF, acabou.
Você financia o projeto. Cada pré-venda vai direto pra produção. Não tem intermediário, não tem plataforma de crowdfunding levando percentual. Você compra, a gente produz, todo mundo sai ganhando.
Uma coisa importante
O OAC foi feito à mão.
Não é frase de efeito. É descrição do processo: cada personagem foi desenhado por artista humano. Cada mecânica foi jogada centenas de vezes antes de ser aprovada. Cada detalhe de produção foi escolhido por alguém que vai colocar o nome no jogo.
Não gerado. Não vetorizado. Não artificial.
Num momento em que cada vez mais coisa é feita por máquina pra parecer feita por gente, o OAC vai na direção oposta.
É caro fazer assim? É.
Vale? Você abre a caixa e decide.
A pré-venda está aberta. O botão de compra está na página do produto.
O Caos espera por você.
— Solara, Recife, 2026
